O governador eleito Paulo Câmara (PSB) defendeu nesta segunda-feira (10)
que o clima de união e de coesão prevaleça na disputa pelo comando da
Assembleia Legislativa de Pernambuco. Durante visita ao Tribunal de
Contas do Estado, o socialista chegou acompanhado do presidente da Casa,
Guilherme Uchoa (PDT) – que não esconde de ninguém que deseja o quinto
mandato consecutivo –, fato que causou surpresa.
Ele, no entanto, evitou demonstrar apoio ao pedetista. “Conversei muito com ele (Uchoa) sobre o futuro governo, sobre o que queremos para Pernambuco, as eleições… Guilherme sempre conversou muito com Eduardo (Campos) e sempre temos muito respeito e falamos sobre o quadro atual”, explicou o governador eleito.
Câmara garantiu que não falou sobre a disputa na Alepe, onde, além de Uchoa, os socialistas Waldemar Borges e Aluísio Lessa estão de olho no comando da Casa. “Não falamos sobre a nova legislatura, falamos sobre o momento atual e eu tenho certeza que o deputado (Uchoa) vai me ajudar a governar Pernambuco da forma que seus pares entenderem ser melhor”, explicou, acrescentando que o pedetista “está dentro do meu projeto”. “É uma pessoa
importante.
Independentemente do cargo que ele ocupar, ele vai me ajudar como
Eduardo me ajudou”. Ele, no entanto, evitou demonstrar apoio ao pedetista. “Conversei muito com ele (Uchoa) sobre o futuro governo, sobre o que queremos para Pernambuco, as eleições… Guilherme sempre conversou muito com Eduardo (Campos) e sempre temos muito respeito e falamos sobre o quadro atual”, explicou o governador eleito.
Câmara garantiu que não falou sobre a disputa na Alepe, onde, além de Uchoa, os socialistas Waldemar Borges e Aluísio Lessa estão de olho no comando da Casa. “Não falamos sobre a nova legislatura, falamos sobre o momento atual e eu tenho certeza que o deputado (Uchoa) vai me ajudar a governar Pernambuco da forma que seus pares entenderem ser melhor”, explicou, acrescentando que o pedetista “está dentro do meu projeto”. “É uma pessoa
O governador eleito afirmou que, apesar de ter as suas preferências, cabe à Alepe discutir a Mesa Diretora da Casa. “O comando da Alepe é discutido entre eles. É obvio que tenho preferência por alguns desses deputados que me apoiaram, mas entendo que a Casa deve ter o momento de reflexão para chegar no melhor nome que deve conduzir a Casa a partir de 2015 e vai ajudar na relação Executivo e Legislativo.”
Por fim, o socialista afirmou que, independente do resultado da disputa, o seu partido terá um papel nas conversações. “O PSB vai estar nesse processo de discussão. Vou ter oportunidade de conversar com outros deputados também para que haja união, haja coesão, a definição entre eles do que for melhor e o PSB vai ajudar no que for melhor”.
