Marina diz que Feliciano não pode ser alvo de preconceito religioso

                                                                                                                       


As posições da ex-senadora Marina Silva durante palestra na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e reportadas pelo portal Diario de Pernambuco foram alvo de polêmica na internet nesta quarta-feira (15). Na matéria intitulada "Em agenda no Recife, Marina Silva sai em defAinda de acordo com o texto publicado peloDiario, a ex-senadora disse não gostar da forma como o debate (sobre legalização do aborto e do casamento gay) na Comissão de Direitos Humanos. "Hoje, se tenta eliminar o preconceito contra gays substituindo por um preconceito contra religiosos”, disse Marina na palestra. 

Em sua página no Facebook, por sua vez Marina afirma que o Diario de Pernambuco distorceu o que ela tinha falado durante a palestra. Em nenhum momento, a matéria não reporta o que a ex-senadora afirmou durante o encontro na Unicap. O texto deixa claro que Marina não concorda com nenhum tipo de discriminação. Na mesma postagem, a assessoria da ex-senadora exemplificou a posição dela com a matéria "Feliciano é despreparado para presidir a comissão", publicada pelo G1 em 5 de abril. Marina reafirmou essa posição durante a palestra na Unicap. 

Em entrevista a uma rádio local na tarde desta quarta-feira (15), a senadora reforçou que sua preocupação se deve ao fato de Marco Feliciano não ter tradição de defesa dos direitos humanos. "
Minha preocupação não é só para os temas dos comportamentos, mas como ele vai lidar também com questões como os desaparecidos políticos, os direitos indígenas. O que ele vai fazer com essa agenda?", destacou. A ex-senadora voltou a dizer que Feliciano não pode ser alvo de preconceito religioso por ser evangélico, como o Diario disse mais cedo. 

Diante da repercussão da matéria nas redes sociais, a assessoria de imprensa de Marina Silva procurou o Diario na manhã desta quarta-feira. Segundo a própria assessoria, a ex-senadora tinha feito as afirmações citadas na matéria. 

esa do pastor Marco Feliciano", dizendo que o parlamentar, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, está sendo “hostilizado mais por ser evangélico do que por suas declarações equivocadas”.

Fonte: DIÁRIO DE PERNAMBUCO


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